Paz na Terra aos Homens de Botequim

Na Cervejaria M5 estava eu exercendo a agradabilíssima tarefa de jurado do 6 º Festival Comida de Botequim de Santo André quando percebi na mesa ao lado uma figura ímpar. Um tipo de cara que há muito não encontrava.

Daqueles que só pelo jeito de sentar à mesa você percebe tratar-se de um profissional de botequim. Conclusão: meia hora depois Paulo Pellota (que também se revelou jurado) estava na minha mesa matando-me de inveja com suas histórias da boemia paulistana. O cara é foda. Já sentou (e bebeu) nas mesas dos bares mais tradicionais da cidade. Muitos deles que, por motivos cronológicos, meus parcos 41 anos impediram-me de conhecer. Coisas das antigas. Paribar, Barazul e o cacete. Já pelas tantas, à saída dos serviços, Paulão sacou seu livro, fez uma dedicatória pro Tulípio, e me presenteou: Paz na Terra aos Homens de Botequim. O livro é ótimo. Legítimas estórias de boteco. Muito bem escritas e muito engraçadas. Descole seu exemplar e confira.