------| Boteco do Tulípio |------
 






















• Mesa 1
:: Eduardo Goldenberg
:: Luiz Antonio Simas

• Mesa 2
:: Ademir Assunção
:: Zema Ribeiro
:: Chacal

• Mesa 3

:: André Sant'Anna
:: Dema Jorge
:: Paulo Pellota
:: Paloma Kliss

• Mesa 4
:: Gerald Iensen
:: Luana Vignon
:: Pierre Masato

• Mesa 5
:: Andréa Del Fuego
:: Douglas Diegues
:: Luis Manoel Siqueira

• Mesa 6
:: Fernanda Prats
:: Thereza Dantas
:: Yara Camillo
 


• Mesa 6
:: Thereza Dantas



Para sempre Juliana e Pedro

No bar ela entrou pronta para o desfecho no macho cobiçado. Juliana sabia que de hoje ele não passaria. E lá chegou, bonita e cheirosa. O macho, Pedro, já estava à espera da fêmea, Juliana.

E lá foi a Juliana. E lá estava o Pedro. Estavam na fissura. Os dois se achavam bonitos e isso bastava. Na mesa do bar vieram os beijos, a mão afoita de Pedro correndo nas coxas da Juliana. Juliana pedindo “cuidado, lugar público, talvez gente conhecida”. Pedro já maluco, implorando a saída, a conta, a “dolorosa” ao garçom.

Saíram afobados, correndo e se beijando. Pisaram na calçada, meio trôpegos, desceram a guia da rua abraçados, de mãos dadas. Pedro olhou nos olhos de Luciana e disse “Você será minha para sempre!”. Luciana riu e retribuiu com um beijo.

Juliana e Pedro não viram o carro em alta velocidade que vinha na sua direção. “O amor cega”, dizem uns, “a paixão nos tira do chão”, diriam outros. Foram atropelados e jogados juntos a mais de 20 m da porta do bar. Os para-médicos e médicos afirmam que não sentiram dor, que a morte foi rápida...



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Thereza Dantas é tudo, menos aquilo.